Falemos, pois, de ataques, terrorismo, criminais e “relatos”

A união, por uma parte, da serôdia intervenção de Alberto Nuñez Feijoo quando o lume levava horas atuando, e, por outra, das informações que a imprensa galega levava horas adiantando, conduzem-me a pesquisar a possível relação entre os relatos...

Alan Lomax e nós

A começos dos anos 50 do século XX, o musicólogo norte-americano Alan Lomax percorreu o nosso país. Nas terras centrais da Galiza, na freguesia de Faramontaos, onde medram as vinhas da Ribeira Sacra e progride o românico de Ribas de Sil, escoitou um capador de porcos —chamado José Maria Rodríguez— executar com o seu chifre o som característico que anuncia a presença dos profissionais à cuja classe José pertencia.

Do Cel-lo indigente ao multilinguismo universalista

O 9—N deixa para a história, polo menos, dous conjuntos de imagens: umas surpreendentes, outras patéticas, outras simplesmente situadas num território onírico de pesadelo.

Victoriano Taibo: a normativa como problema

Com um livro de poemas que tinha e tem por título Palavras a Espartaco, e cuja temática é uma reflexão sobre o presente tempo de crise, quem assina este artigo concorreu à convocatória do VII Certame de Poesia Victoriano Taibo.

Até quando adiarmos a decisão?

  Nas passadas semanas aparecerom na imprensa digital polo menos cinco artigos que refletem a questão do direito a decidir dum povo, da explicitação parlamentar de dito direito e, em resumo, do direito a exercer o que se poderia chamar o divorcio coletivo, nome metafórico do...

Parlamentarismo e lecer

No filme dirixido por Brian de Palma The Untouchables (1987), que entre nós circulou baixo o título de Os intocábeis de Eliot Ness, un policía idoso, Jim Malone|Sean Connery —acompañado de Eliot Ness |Kevin Costner— penetra nunha academia de policía coa fin de recrutar un axente que pasará a ser membro do grupo formado polo Departamento do Tesouro para levar a cabo a loita

Política eleitoral e Política: reflexións sobre o 21-0 (de 1997)

Na situación, sen dúbida eleitoralmente dificil, na que o nacionalismo galego se encontra, desexaría, desde a humildade, deitar un mangado de consideracións esencialmente dirixidas ao pasado, coa seguranza de que sendo certo que o presente no que nos achamos profetiza o futuro non é menos verdade que, ao
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