ESTÁ FORA DE PERIGO

Atacam com uma faca o candidato da estrema direita brasileira Jair Bolsonaro

Atacam com uma faca o candidato da estrema direita brasileira Jair Bolsonaro
Imagem tirada duma gravação com o líder direitista esfaqueado
Imagem tirada duma gravação com o líder direitista esfaqueado  

Atacam com uma faca o candidato da estrema direita brasileira Jair Bolsonaro, quem num recente vídeo chamava a "fuzilar a petralhada", em alussão ás e aos eleitores do Partido dos Trabalhadores.


Lidera as sondagens pre-eleitoriais uma vez o poder judiciário ter expulso da carreira Lula Da Silva. Jair Bolsonaro, representante da estrema direita brasileira, foi esfaqueado esta quinta feira na cidade de Juiz de fora (estado de Minas Gerais), no decurso dum ato de campanha. Já foi intervindo cirurgicamente e está fora de perigo.

Segundo as pesquisas de opinião, Jair Bolsonaro —do Partido Social Liberal— ganharia a primeira volta das eleições presidenciais com 22 por cento do voto, muito por cima dos seus principais rivais, o centro-esquerdista Ciro Gomes e a ecologista Marina Silva. Porém, Bolsonaro perderia na segunda volta com todos os rivais hipotéticos —Ciro Gomes é o favorito— com a soa excepção do candidato do PT —tudo indica que será Fernando Haddad, após ser excluído Lula Da Silva— com o que estaria em situação de empate técnico.

Falta por ver agora que impacto irá ter nos inquéritos o ataque sofrido polo líder ultra-direitista.

O agressor de Bolsonaro já foi arrestado. Ex membro do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), declarou que ele agiu por motivos pessoais e ao mando de Deus.

Todas as forças políticas condenaram o atentado. A ex presidenta do país, Dilma Rousseff, disse, porém, que "incentivar o ódio cria esse tipo de atitude. Você não pode falar que vai matar ninguém, não pode falar isso". A líder petista aludia destarte a um recente vídeo de Bolsonaro em que o candidato ultra-direitista aparecia com uma arma de fogo a pedir "fuzilar a petralhada", em alussão ás e aos eleitores do Partido dos Trabalhadores.

O PT levou o vídeo ao Supremo Tribunal Federal por considerar que nele Bolsonaro incorria em injúria eleitoral e incitação ao crime 



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