“Todos os Países foram o meu País. Todas as bandeiras foram a minha bandeira. 
Todos os homens foram meus irmãos. Todas as religiões foram a minha religião. 
Somente eu conheço a minha vida, mas o Mestre também. Agora fui chamado... Nasci sob a Balança da Justiça à 28 de Setembro de 1895, na Carolina do Sul, nos U.S.A. (Meu nome era) Winfield Leônidas Seymour”.

Ao oferecer a Gary Cohn, junto com outros diretivos do grupo bancário Goldan Sachs, a direção da política economica do EEUU, Donald Trump despeja definitivamente sua principal incógnita: Sim! Certamente ele cederá às pressões de Wall Street. Tendo isto em conta pouco já podem aguardar os norte-americanos e o resto dos povos das políticas de Trump, dado o confronto com o sector financeiro globalista que domina o mundo, parece já diluir-se. O único consolo para os que algo aguardavam de Trump, poderia ser a paz com a Rússia (algo ainda por concretizar), e que vai resultar mais difícil depois da demissão do general Michael Flynn (por causa dos seus encontros com Sergei Kisliak, nas semanas que antecederam a tomada de posse do novo Presidente); algo que situa a missão da aliança com a Rússia em um filme, de cujo argumento pode resultar, no melhor dos casos, uma coexistência pragmática. 

A sua vez no espaço macro-económico a cousa está muito quente, e a crise de endividamento dos governos e do setor privado, está a causar uma nova bolha que pode mesmo quebrar o sistema financeiro a nível global. Trás o abandono do padrão ouro, por Nixon no ano 74 do século passado, o dólar somente pode suster-se como moeda de referência global,  apoiado na obriga de comprar petróleo em essa divisa (os famossos petrodólares). Isso condicionou uma política de interação entre o Ocidente e os Emiratos Árabes, que tem tido consequências geopolíticas evidentes, que chegam aos nossos dias (e não somente no Meio Oriente).  No entanto, com a irrupção dos BRIC e, nomeadamente na última década, com os acordos energéticos Rússia - China -acrescentado à criação no seu dia necessária, para a ampliação do domínio financeiro na Europa, do Euro (e múltiplos outros fatores dentro e fora do confronto ocidente - emergentes)- a moeda norte-americana está agora mais que nunca apoiada numa artificial e mediática confiança, sustentada virtualmente pelas agências de qualificação ocidentais; convertidas agora mesmo em uma das mais sofisticadas e mortíferas armas da guerra comercial, cambial e hegemónica. 

Evitar agora o colapso do dólar não somente deve ser uma missão do ocidente, (dai realmente a politica de austeridade na Europa e o encolhimento global do Euro), senão também da China e o Japão, dous dos maiores detentores da mega divida norte-americana (está situação real complica ainda mais a suposto política de Trump, de achegamento a Rússia e pressão sobre a China. Não tornando-a impossível em certos aspetos da guerra pelos espaços de influência comercial). Aliás a corrida global ao ouro, também tem sido um dos resultantes da crise de fiabilidade do dólar... Podemos inclusive estar caminhando para uma era de grande deflação e de grande recessão, e isto não pode ser nada bom, para os criadores na sombra dum governo global ancorado na divida, que atrela a economia de cada país ou região ao poder privado dos bancos centrais regionais e a estes a sua vez a um hipotético banco central global... Com este no cenário viram os planos e, os países que ainda conservam certa soberania e margem de manobra, voltam (dentro da capacidade de manobra que lhes deixaram os acordos internacionais) às clássicas politicas protecionistas.

Evitar agora o colapso do dólar não somente deve ser uma missão do ocidente, (dai realmente a politica de austeridade na Europa e o encolhimento global do Euro), senão também da China e o Japão

A utilização de mão-de-obra migrante para atacar à baixa os salários, a perda real de poder aquisitivo das famílias, a perda de postos de trabalho trás as deslocações máximas da industria manufatureira para o Oriente; junto à procura do protetor forte em tempos de escassez (inserido durante decénios no imaginário coletivo das classes populares, via Hollywood) tem mais a ver com as escolhas de Trump, Le Pen e outros... que extrapolação simplista do discurso acusador de povos xenófobos, pouco formados, intolerantes... A manobra parece de novo ensaiada para estabelecer poderes repressores, em caso da quebra bancária estourar. Assim pois, o confronto entre os povos é melhor à alternativa duma união entre os povos, que desloque do topo da pirâmide as famílias dinásticas que ocupam o poder desde "secula seculoroum" . Rematado o confronto, se erige de novo uma nova estrutura de comando global, que reorganize o planeta baixo sua égide, permitindo à Velha Ordem Mundial seguir sobre o comando. O grande paradoxo é que este confroto pode derivar em uma guerra termo-nuclear, com certa facilidade. 

No nível cientifico - tecnológico, a filosofia angular está mesmo a ser movimentada, por forças centrípetas e centrifugas, que dentro e fora das intuições, converteram-se em improvisada vanguarda.

Eugene Wigner, físico teórico e matemático que recebeu parte do Prémio Nobel de física em 1963, afirmou: "que não é possível formular as leis da mecânica quântica duma forma plenamente coerente, sem uma referência à consciência". O também físico James Jeans, que em 1943 escreveu o livro Physics and Philosophy (onde explorava os diferentes pontos de vista da realidade desde suas perspetivas científica e filosófica) chegou a salientar: "que o fluxo de conhecimentos está caminhando em direção a uma realidade não mecânica", mesmo concluindo: "que o universo começa a parecer-se mais com uma grande mente do que com uma grande máquina". Dai que outros físicos quânticos de reconhecido prestigio cheguem a afirmar sem ruborizar-se que "o universo é mental" e que nossa observação "afeta a realidade". RC Henry, professor de Física e Astronomia da Universidade John Hopkins, vai inclusive um bocadinho mais além, ao argumentar: "O universo é imaterial-mental e espiritual". 

O professor Dean Readin, do Institute of Noetic Sciencies, dos EUA, está já investigando abertamente a influência da mente no comportamento da matéria à distancia. O físico brasileiro Gabriel Guerrer está precisamente a trabalhar sobre "a ontologia das interações consciência-matéria", tentando mudar o velho esquema da ciência clássica que considera a consciência com um simples produto do cérebro. Todavia para mais choque a prestigiosa revista Southern Medical Jornal, chegou a conclusão (depois dum estudo realizado em Moçambique) que a oração efetuada perto dum paciente, pode ajudar na sua cura... 

Outros físicos quânticos de reconhecido prestigio chegam a afirmar sem ruborizar-se que "o universo é mental" e que nossa observação "afeta a realidade"

Dai, pois que enquanto ao avanço científico–tecnológico podamos predicer um grande e tectónico movimento. A mudança da psique (como preveu Khrisnamurti) vai ser tão profunda, que estamos precisamente diante duma renovação quântica. 

Segundo este novo esquema, os povos poderiam, se tiverem à vontade e o conhecimento suficiente para agir, mudar esta realidade de guerra – concorrência, com simplesmente aprofundar em seu trabalho interior de libertação das limitações impostas pelos poderosos (através do domínio do imaginário coletivo e a criação de condicionantes limitadores na psique coletiva e individual de cada pessoa). Mantêr os povos na ignorância e na hipnose é o maior dos logros dos dominadores. 

Para paliar estas deficiências as mentes mais privilegiadas, éticas, honoraveis, benvolêntes e valentes tem lutado com arrombo para mudar está situação adversa. Desde o erudito egípcio Imhotep, o grande farão Akenatón, Pitágoras, Anaximandro, Anaxágoras, Parménides, Apolónio de Tiana, Jâmbico, Simão O mago, Hipátia de Alexandria, ate os atomistas como o hindu Kânada, os gregos Leucipo, Demócrito e Epicuro ou o romano Lucrécio.... (entre milhares de outras ilustres personagens da história antiga e contemporánea) seres altamente iluminados tem lutado ao longo dos tempos, em todas as latitudes do planeta, para que a chama da sabedoria profunda, da essência comum humana e do amor entre os povos nunca, jamais esmorecesse (muitos deles e delas pagando sua ousadia com a própria vida).  

Mantêr os povos na ignorância e na hipnose é o maior dos logros dos dominadores

Não podemos nem devemos esquecer os mártires das sábias comunidades cataras do Langedoc, nem daqueles da Galiza Priscilianista, cuja heróica pegada ainda está  presente em nossa historia, prevalecendo no imaginário coletivo em forma de esperança-luz de aqueles e aquelas "bons e generosos" que construíram os "tempos que são chegados", dos que fala nosso hino. ... Aquelas e aqueles que  legaram a essência galaica o amor - sabedoria universal, presente mesmo na Doutrina Secreta, da insigne Helena Petrovna Blavatsky e em todas as grandes tradições universais, desde a Índia Védica ao Druidismo celta. 

Conhecimento escrito e resguardado dos malfeitores, em  cujas páginas podemos ler que a harmonia é a base do universo; assim como que a única resposta a lei universal na sociedade humana bem da igualdade baseada numa comunidade organizada em equidade, amor e ajuda mútua - entre aqueles que estão mais elevados no caminho da sabedoria, com aqueles que ainda tem mais a aprender no ciclo precioso dos desenvolvimentos. Comunidades onde os governantes são servidores e não se servem dos povos, fazendo destes (a sua vez)  seus servos. Algo que tem a ver com esta moderna escravatura. 

Quando os tempos de guerra física interropem, a palavra certa se refugia entre estas nobres e altas colunas do saber humano, passando o conhecimento primordial das idades, de boca a ouvido, entre aqueles que podem sua essência assimilar e estão preparados para seu verbo desvendar... Dado que a Verdade nos faz livres, como bem referiu Jesus o Cristo. Dai podemos inferir que a união dos povos sempre foi possível, e se não se tem dado é pela ignorância dos mesmos e o bom negócio de manter as pessoas em essa indigna condição. 

Chegou a hora de abrir os véus negros da noite, que não nos deixar ver os raios da mais magnificente das alvoradas. Nosso trabalho deve focar-se em criar essa nova rede de nova consciência, que possa mudar a vida no planeta.Não há tempo que perder: um novo movimento pacifista, livre de preconceitos e falsas aparências é preciso. A partir dele os povos podem voltar a essa unidade, da qual todo no universo surge. Esse devera ser o real significado deste novo Milenio.