Cincuenta anos depois

Andar a procura de papeis perdidos pelas gavetas traz-nos algumas surpresas. Há dous achádegos que tive a sorte de topar: um feixe de poesias inéditas de Ánxel Fole nuns papeis velhos, creio que dalgum livro de contas,  e um “boletin” dos estudantes da Universidade Galega datado em Galicia, 8 de abril de...

Apocalipse!!

  Arde Galiza por todos os lados. Não é uma afirmação retórica, é real.   Chandrexa de Queixa, Triacastela, Samos, Ponteareas, Monterrei, Vilar de Vos, Folgoso do Courel, tudo está em chamas. Desde Ortegal ao Minho como nos versos de...

AVE ou transporte tradicional?

Nestes tempos andam a levantar-se diferentes propostas e queijas, na Galiza e em Lugo acerca do desleixo en que a administração do estado está a manter com a nossa cidade e a nossa província. São relativas ao Trem de Alta velocidade comummente chamado AVE. Desde o...

A sentença do Prestige: Deus est Machina

Assim argüiu o Magistrado Sr Juan Luis Pia durante a leitura da sentença ,do caso Prestige, depois de 11 ( onze) anos do afundimento diante das costas galegas deste malfadado barco. 

Toda Espanha fica desprestigiada por este “Prestige”. No contraste com outros países, como foi EE UU no caso do Exon Valdez, ou França com o caso do Erika, mostra que o Estado Espanhol, como tal nem existe . 

A Geração perdida. Reflexões na morte de Xaime Illa Couto.

A todos aqueles que sacrificaram os seus sonhos de juventude. A todas/os os que perderam a juventude sob a metralha dalgum fusil.A geração da guerra. Uma cruzada organizada para matar os projetos, os sonhos, os corpos e as ilusões. Para dar conta de toda generosidade e de qualquer conciência social. A inocencia morreu no 1936, na Espanha dos Capirotes pretos da semana santa, na Espanha do medo.Quando Xaime Isla e os seus contavam , apenas 18 anos.

Quanto vale um idioma?

No decurso destes últimos colóquios da lusofonia elaborou-se um manifesto oficial intitulado “MANIFESTO CONTRA A CRISE: A LÍNGUA COMO MOTOR ECONÔMICO” Deste parece-me importante destacar os últimos parágrafos, por acercar-se o dia das Letras Galegas e estar este nosso idioma mergulhado numa profunda crise , a diminuir o seu nº de falantes, e de utentes em geral.

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