Já nolo advertira nosso perspicaz e vaticinador presidente, o inefável Sr. Feijoo,: “Pérez Jácome como alcaide será letal para Ourense”; o vaticínio cumpriu-se e o mais triste é que se cumpriu graças aos votos do partido que representa e dirige o Sr. Feijoo. A campanha de acosso e derrube por parte do Sr. Pérez Jácome contra a que ele chamava “saga tóxica dos Baltar” também rematou, foram anos de teimosia nos que o Sr. Pérez Jácome, incansável, chamou de todo a José Manuel Baltar, desde psicopata com gravata, cacique, pequeno Nicolás, fantoche até denuncia-lo no julgado por acosso sexual, malversação, financiacão ilegal, etc., todo para sacar essa baltariana saga tóxica e prejudicial para Ourense do governo provincial; neste caso não deram resultado todos os esforços realizados polo Sr. Jácome durante tantos anos, trabalhos e esforço perdidos, pois o Sr. Baltar filho renova ao fronte da Deputação provincial. O fodido é que consegue revalidar sua presidência com o apoio do Sr. Jácome e seus concelheiros eleitos de Democracia Ourensana (desculpem-me a licença de “fodidos”, é que agora teremos que adequar nossa linguajem á que utiliza o novo alcaide Sr. Jácome).

Todo um exemplo da coerência, ordem e fiabilidade que nos podem oferecer os políticos que votamos para que governem (neste caso) nossa cidade e província. O Sr. Jácome, azote da saga baltar, tóxica, caciquil, fantoche, psicopata, acossador sexual. que se financiou  ilegalmente e malversou fundos municipais, de imprescindível exclusão do governo na provincia... pacta com José Manuel Baltar e assegura-lhe a continuidade ao fronte da Deputação porque “el pacto com Baltar se firmó al ser el único dispuesto a darme la alcaldia”, justifica com todo o morro o Sr. Pérez Jácome. Que ainda acrecenta que para conseguir a alcaldia pactária com o dianho.

Penso que o mínimo que se pode exigir aos políticos, especialmente se chegam a responsabilidades de governo, é dignidade, dignidade da que carecem o Sr. Pérez Jácome e o Sr. Manuel Baltar

Penso que o mínimo que se pode exigir aos políticos, especialmente se chegam a responsabilidades de governo, é dignidade, dignidade da que carecem o Sr. Pérez Jácome e o Sr. Manuel Baltar, muito mais exigivel, e da que igualmente carece, ao “nosso” presidente Sr. Feijoo. Dignidade que tampouco em absoluto evidenciou o anterior alcalde de Ourense, Sr. Jesus Vázquez, que aturou durante quatro anos contínuos insultos e desqualificações por parte do Sr. Jácome, tanto nos Plenos como na sua emissora de TV e nas suas manifestações públicas, a pesar do que prestou-se a outorgar-lhe seu voto favorável para faze-lo alcaide, para que ocupasse seu cadeirão, e tudo a cambio de ser premiado com um posto no Senado ou a presidência  do Conselho económico e social (que deixa livre Corina Porro) ou regalia similar.

Todos som conscientes de que o cambio de cromos é a pior opção para esta cidade (mais que em declive, em queda livre desde há vários anos), mas o que prima para todos eles é o ego pessoal, pouco lhes importa a cidadania ou a recuperação de uma cidade com enormes potencialidades, sempre que sejam adequadamente aproveitadas e gerenciadas.

Que vos vou dizer do indizível Sr. Feijoo, que ainda ontem no ato dos Prêmios da D.O. Ribeiro alardeava todo o feito e ainda por fazer por esta nossa terra, deixando de costado o empobrecimento que significou, para um enriquecimento enorme de pessoas alheias incluso ao pais, a falência programada desde seu governo das Caixas de Aforros.

Deus ou quem seja nos colham confessados.

Quinta do Limoeiro, junho do 2.019